Culpa ou inocência? – Parte I

bigstock-Jail-Cell-With-Open-Door-And-B-63038836_3381022.jpg
 
Sentimos culpa quando fazemos “algo de mau” e inocência quando fazemos “algo de bom”. Mas nem todos experienciamos culpa e inocência pelos mesmos atos, ou seja, não há um julgamento universalmente válido. Se eu posso sentir culpa por ter falhado o telefonema diário combinado com a minha mãe, o vizinho do lado pode sentir inocência ao não telefonar à sua mãe há mais de um mês.
Obviamente…
E em cada um de nós, a mesma atitude pode trazer sensação de culpa ou de inocência. Posso sentir culpa se beber uns copos de vinho ao almoço num dia de trabalho e sentir inocência por ingerir a mesma quantidade de vinho num almoço de domingo.
Sim, é mesmo muito óbvio!
Então, a culpa e inocência são experimentadas não tanto pelo comportamento em si, mas pelas circunstâncias e expectativas através das quais ele ocorre. Este entendimento entrega o “bom e o mau” ao que realmente são: julgamentos e categorizações racionais mutáveis e individuais e não qualidades da situação, do objeto ou da pessoa em si.
Óbvio também?
 
Olhar o bom e o mau, os culpados e inocentes, desde essa compreensão maior pode relativizar os julgamentos e preconceitos; pode expandir a compaixão e aceitação; pode otimizar a nossa vivência consciente e harmoniosa.
Óbvio, certo?

Publicado por Rute Cabrita

Bióloga. Terapeuta Transpessoal. Facilitadora de Constelações Familiares. Professora de Yoga para bebés e crianças. Instrutora de meditação. Terapeuta de EFT.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s